Há 14 anos
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
PARQUES URBANOS
Caros(as) Estudantes,
Parques urbanos talvez seja o tema mais difícil de ser trabalhado num curso de arquitetura, já que sempre estamos programando ações e rotinas, o ideal de vida feliz é sempre organizado pelos arquitetos. No texto Animações Culturais, Vílem Flusser aponta que estamos condicionados ou em função de uma programação desenhada. E na maioria das vezes por quem? Por nos arquitetos!
Estou falando de uma falta de liberdade, de uma cidade disciplinar. E são nesses exercícios muitas vezes simples e despretensiosos que fica claro nosso repertório disciplinar, até mesmo quando tentamos pensar livremente o deleite, o prazer, o nada fazer!
O artista Robert Smithson define bem a idéia de parque, aponta precisamente um pensamento muito recorrente em projeto de parques como idéia cênica e pintura, ideal de perfeição.
"Objetos em um parque sugerem repouso estático em vez de qualquer dialética permanente. Parques são paisagens para a arte final. Um parque carrega os valores do final, o absoluto e sagrado. A dialética não tem nada a ver com essas coisas. Estou a falar de uma dialética da natureza que interage com as contradições inerentes às forças físicas naturais como elas são - a natureza como os de sol e de tempestade. Os parques são idealizações da natureza, mas a natureza na verdade não é uma condição do ideal. A natureza não procede em uma linha reta, ele é sim um desenvolvimento alastrando. A natureza nunca está terminada. Ao finalizar a obra de escultura século 20 é colocado em um jardim do século 18, ela é absorvida pela representação ideal do passado, reforçando assim os valores políticos e sociais que não estão mais conosco. Muitos parques e jardins são recriações do paraíso perdido ou Éden, e não os sites dialética do presente. Parques e jardins são ilustradas na sua origem - de paisagens criadas com materiais naturais em vez de pintar. Os ideais cênica que cercam até mesmo os nossos parques nacionais são portadores de uma nostalgia de calma bem-aventurança celestial e eterna."
Da mesma maneira que a natureza não procede em linha reta, nosso comportamento também não. Pensar que a natureza ainda não está terminada também nos faz pensar numa paisagem que pode conter nela o descontrole, e talvez aí esteja a potencia para se pensar parque urbanos, como espaços de deleite, prazer, liberdade e encontros.
Tivemos muitas propostas; desde se pensar uma praia no parque municipal, até a Praça Raul Soares como modelo ideal de parque urbano. O que está por trás disto?
Cada estudante após todas as apresentações consegue visualizar o potencial ou não de cada proposta?
Que tipo de passo conseguimos dar pensando uma organização da Avenida Bernardo Monteiro a partir de mobiliários? Há um desdobramento ou potencial nessa proposta?
E a proposta de equipamentos para o gramado da Boa Viagem? Terá esses equipamentos algo que consiga avançar com nossas experiências espaciais de confinamento em nossos constantes 70m²? Porque são estruturas fechadas? Porque um desenho tão próximo das residências?
Ocupar lotes e rotatórias do centro de Belo Horizonte a princípio parece uma tática para aerar um espaço já tão adensado. Mas porque aerar desocupando? Será possível pensar a partir das falhas das cidades? Dos resquícios? Assim talvez estaremos mais próximos de uma outra maneira de pensar a cidade, por realidades e realizável!
'Tobogã da Contorno' é uma boa proposta para começar a finalizar essa breve consideração, é uma proposta que tenta um caminho paralelo; o vídeo como outro suporte com outras respostas espaciais. Entre as livres movimentações e flutuações; onde elas poderiam estar? Serão flutuações programadas?
Cada proposta de certa forma consegue trazer algo novo, algum desejo de romper com nossos ideais já desenhados. Claro que não foi detalhado aqui minuciosamente cada proposta, o que interessa é o que é potencial na proposta: seja na dúvida, questionamento, qualidade, ou seja para podermos pensar num desenvolvimento diverso, dos muitos olhares sobre o mesmo tema.
Parques urbanos talvez seja o tema mais difícil de ser trabalhado num curso de arquitetura, já que sempre estamos programando ações e rotinas, o ideal de vida feliz é sempre organizado pelos arquitetos. No texto Animações Culturais, Vílem Flusser aponta que estamos condicionados ou em função de uma programação desenhada. E na maioria das vezes por quem? Por nos arquitetos!
Estou falando de uma falta de liberdade, de uma cidade disciplinar. E são nesses exercícios muitas vezes simples e despretensiosos que fica claro nosso repertório disciplinar, até mesmo quando tentamos pensar livremente o deleite, o prazer, o nada fazer!
O artista Robert Smithson define bem a idéia de parque, aponta precisamente um pensamento muito recorrente em projeto de parques como idéia cênica e pintura, ideal de perfeição.
"Objetos em um parque sugerem repouso estático em vez de qualquer dialética permanente. Parques são paisagens para a arte final. Um parque carrega os valores do final, o absoluto e sagrado. A dialética não tem nada a ver com essas coisas. Estou a falar de uma dialética da natureza que interage com as contradições inerentes às forças físicas naturais como elas são - a natureza como os de sol e de tempestade. Os parques são idealizações da natureza, mas a natureza na verdade não é uma condição do ideal. A natureza não procede em uma linha reta, ele é sim um desenvolvimento alastrando. A natureza nunca está terminada. Ao finalizar a obra de escultura século 20 é colocado em um jardim do século 18, ela é absorvida pela representação ideal do passado, reforçando assim os valores políticos e sociais que não estão mais conosco. Muitos parques e jardins são recriações do paraíso perdido ou Éden, e não os sites dialética do presente. Parques e jardins são ilustradas na sua origem - de paisagens criadas com materiais naturais em vez de pintar. Os ideais cênica que cercam até mesmo os nossos parques nacionais são portadores de uma nostalgia de calma bem-aventurança celestial e eterna."
Da mesma maneira que a natureza não procede em linha reta, nosso comportamento também não. Pensar que a natureza ainda não está terminada também nos faz pensar numa paisagem que pode conter nela o descontrole, e talvez aí esteja a potencia para se pensar parque urbanos, como espaços de deleite, prazer, liberdade e encontros.
Tivemos muitas propostas; desde se pensar uma praia no parque municipal, até a Praça Raul Soares como modelo ideal de parque urbano. O que está por trás disto?
Cada estudante após todas as apresentações consegue visualizar o potencial ou não de cada proposta?
Que tipo de passo conseguimos dar pensando uma organização da Avenida Bernardo Monteiro a partir de mobiliários? Há um desdobramento ou potencial nessa proposta?
E a proposta de equipamentos para o gramado da Boa Viagem? Terá esses equipamentos algo que consiga avançar com nossas experiências espaciais de confinamento em nossos constantes 70m²? Porque são estruturas fechadas? Porque um desenho tão próximo das residências?
Ocupar lotes e rotatórias do centro de Belo Horizonte a princípio parece uma tática para aerar um espaço já tão adensado. Mas porque aerar desocupando? Será possível pensar a partir das falhas das cidades? Dos resquícios? Assim talvez estaremos mais próximos de uma outra maneira de pensar a cidade, por realidades e realizável!
'Tobogã da Contorno' é uma boa proposta para começar a finalizar essa breve consideração, é uma proposta que tenta um caminho paralelo; o vídeo como outro suporte com outras respostas espaciais. Entre as livres movimentações e flutuações; onde elas poderiam estar? Serão flutuações programadas?
Cada proposta de certa forma consegue trazer algo novo, algum desejo de romper com nossos ideais já desenhados. Claro que não foi detalhado aqui minuciosamente cada proposta, o que interessa é o que é potencial na proposta: seja na dúvida, questionamento, qualidade, ou seja para podermos pensar num desenvolvimento diverso, dos muitos olhares sobre o mesmo tema.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Diagramas - Meta Projeto/Metadesign
Metacity Datatown - MVRDV
Metadesign
(por Caio Vassão, pesquisador GPD/FAUUSP)
Inicialmente, metadesign foi área de ensino e pesquisa na FAUUSP. Conta com longa história dotada de interpretações diversas quanto ao seu papel na metodologia de projeto e conceitualização. Desde de sua origem na Escola de Ulm até a biologia de Maturana e Varella, passando ainda pela abordagem da critica sócio-cultural em Virilio, e na apropriação de mercado, com a empresa de mesmo nome, de Spiekerman.
Caio Vassão em sua tese de doutorado, organiza o Metadesign em três abordagens projetuais bastante fecundas na atualidade, cada abordagem contando com muitos praticantes, mesmo que não sob a denominação “Metadesign”:
Níveis de Abstração – adotada da Teoria dos Sistemas e da Filosofia Analítica, apresenta-se como modo genérico e instrumental de lido com a complexidade; relativizada pela Filosofia Pós-Estruturalista, ganha matizes menos
instrumentais, como aquele promulgado por Morin.
Projeto Indireto e Emergência – abordagem de projeto em que os resultados não decorrem diretamente e imediatamente dos esforços criativos, mas passam por circuitos sociais, culturais, tecnológicos e políticos mais amplos, resultando em
entidades relacionadas apenas indiretamente ao esforço inicial; muito praticada nas artes e design gerativos, em que os objetos de projeto são sistemas que em si criam outras entidades, podendo essas mesmas serem outros sistemas; assim
como no urbanismo, em que a legislação urbana é vista como metaprojeto da cidade.
Diagramas e Topologia – desde a década de 1960, sabe-se que o projeto de entidades complexas não pode ser desenvolvido sem a adoção de Técnicas Diagramáticas de visualização de processos, a complexidade o exige; adotar princípios da Topologia e da Teoria dos Grafos é uma abordagem bastante fecunda, desde a Psicologia Transacional, até o Projeto e Gestão de Redes de Telecomunicação.
O Metadesign dispõe uma série de abordagens para o lido com a complexidade. Mas, de maneira mais geral, o termo
Metadesign tende a indicar um viés de considerações ainda assim bastante pertinentes quanto à sociedade tecnológica e da informação. Diversos encaminhamentos de pesquisa são viáveis: desde o mapeamento de conceitos e técnicas diagramáticas de projeto e pensamento, até o projeto por meios computacionais avançados, com produtos derivados da programação e não do desenho. Ainda, áreas com Engenharia Social, Gestão de Projeto, Gestão do Design, Teoria dos Sistemas, dentre outros, têm muito a beneficiar-se do pensamento e projeto norteados pelo Metadesign. Autores como Virilio, Maturana e Varella, Giaccardi, dentre outros, utilizam o termo Metadesign para especificar uma forma de lido com sistemas de grande
complexidade e potencialmente dotados de propriedades emergentes.
Metadesign
(por Caio Vassão, pesquisador GPD/FAUUSP)
Inicialmente, metadesign foi área de ensino e pesquisa na FAUUSP. Conta com longa história dotada de interpretações diversas quanto ao seu papel na metodologia de projeto e conceitualização. Desde de sua origem na Escola de Ulm até a biologia de Maturana e Varella, passando ainda pela abordagem da critica sócio-cultural em Virilio, e na apropriação de mercado, com a empresa de mesmo nome, de Spiekerman.
Caio Vassão em sua tese de doutorado, organiza o Metadesign em três abordagens projetuais bastante fecundas na atualidade, cada abordagem contando com muitos praticantes, mesmo que não sob a denominação “Metadesign”:
Níveis de Abstração – adotada da Teoria dos Sistemas e da Filosofia Analítica, apresenta-se como modo genérico e instrumental de lido com a complexidade; relativizada pela Filosofia Pós-Estruturalista, ganha matizes menos
instrumentais, como aquele promulgado por Morin.
Projeto Indireto e Emergência – abordagem de projeto em que os resultados não decorrem diretamente e imediatamente dos esforços criativos, mas passam por circuitos sociais, culturais, tecnológicos e políticos mais amplos, resultando em
entidades relacionadas apenas indiretamente ao esforço inicial; muito praticada nas artes e design gerativos, em que os objetos de projeto são sistemas que em si criam outras entidades, podendo essas mesmas serem outros sistemas; assim
como no urbanismo, em que a legislação urbana é vista como metaprojeto da cidade.
Diagramas e Topologia – desde a década de 1960, sabe-se que o projeto de entidades complexas não pode ser desenvolvido sem a adoção de Técnicas Diagramáticas de visualização de processos, a complexidade o exige; adotar princípios da Topologia e da Teoria dos Grafos é uma abordagem bastante fecunda, desde a Psicologia Transacional, até o Projeto e Gestão de Redes de Telecomunicação.
O Metadesign dispõe uma série de abordagens para o lido com a complexidade. Mas, de maneira mais geral, o termo
Metadesign tende a indicar um viés de considerações ainda assim bastante pertinentes quanto à sociedade tecnológica e da informação. Diversos encaminhamentos de pesquisa são viáveis: desde o mapeamento de conceitos e técnicas diagramáticas de projeto e pensamento, até o projeto por meios computacionais avançados, com produtos derivados da programação e não do desenho. Ainda, áreas com Engenharia Social, Gestão de Projeto, Gestão do Design, Teoria dos Sistemas, dentre outros, têm muito a beneficiar-se do pensamento e projeto norteados pelo Metadesign. Autores como Virilio, Maturana e Varella, Giaccardi, dentre outros, utilizam o termo Metadesign para especificar uma forma de lido com sistemas de grande
complexidade e potencialmente dotados de propriedades emergentes.
Trabalhos Apresentados nos Seminários
Todos os trabalhos apresentados nos seminários estão disponíveis para download e consulta nos links abaixo.
Seminário 1 - Águas Urbanas
Seminário 2 - Agricultura Urbana
Seminário 3 - Parques Urbanos
Seminário 4 - Mercado
Os seminários serão avaliados e comentados por cada um dos professores da disciplina, e à partir dos comentários faremos referências aos links de alguns trabalhos indicados acima.
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Seminário 1 - Águas Urbanas
Seminário 2 - Agricultura Urbana
Seminário 3 - Parques Urbanos
Seminário 4 - Mercado
Os seminários serão avaliados e comentados por cada um dos professores da disciplina, e à partir dos comentários faremos referências aos links de alguns trabalhos indicados acima.
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Tema 3 [Parque]
Texto de referência: "Coney Island: A Tecnologia do Fantástico" em KOOLHAAS, Rem. Nova York Delirante, ed. Martins Fontes, São Paulo, 2008.
Matéria do Bom dia Brasil - Globo que foi ao ar no dia 13/08/2009 >>>
Revitalização de Coney Island acende polêmica nos Estados Unidos. Atrações históricas darão lugar a prédios luxuosos. Plano é chamado de "nova Coney Island, feita especialmente para a elite".
Pela simplicidade, pelo estilo bucólico, podia ser qualquer pequena cidade do interior, ou do litoral do Brasil. Mas estamos em Coney Island, a 20 minutos da Ilha de Manhattan. A praia é uma das mais populares de Nova York.
“Parece uma cidade interiorana, bem tranquila”, compara um brasileiro.
No verão, é o destino de milhares de pessoas todos os dias. Tem parque de diversões, shows com cobras, barraquinhas com todo tipo de comida. É onde acontece o tradicional campeonato de cachorro-quente, uma disputa para ver quem come mais hot dog.
Toda essa tradição pode estar com os dias contados. A prefeitura de Nova York conseguiu aprovar um plano de revitalização de Coney Island. Isso significa que o estilo popular não vai resistir à pressão do dinheiro e da modernidade. As atrações históricas vão dar lugar a hotéis e prédios luxuosos. O plano já está sendo chamado de "uma nova Coney Island, feita especialmente para a elite".
Os bares e restaurantes vão ser padronizados, a fachada do parque vai ganhar nova roupagem e será construída uma parte coberta, para as atrações de inverno. Os antigos frequentadores reclamam que isso vai transformar Coney Island.
Um homem diz: "Isso aqui sempre foi divertido e a diversão vai ser substituída por dólar”. A mulher se revolta: "Vão empurrar os pobres para fora daqui".
Alguns comerciantes, que venderam parte da área para a prefeitura, discordam. O dono da roda gigante diz que a revitalização vai trazer investimentos, criar empregos e atrair mais turistas com os novos prédios e hotéis.
Outro diz apenas que as mudanças são bem-vindas e que o que não pode é acabar a magia deste lugar: uma ilha de fantasia, cercada pelo progresso.
Links:
http://www.coneyislandhistory.org/
Novos Projetos para Coney Island
http://polisnyc.wordpress.com/2006/11/14/coney-island-holy-st/
http://www.architectsjournal.co.uk/news/daily-news/first-look-grimshaws-new-york-amphitheatre/5202236.article
http://nymag.com/nymetro/realestate/features/14498/
Coney Island
Vídeos Históricos de Coney Island
Matéria do Bom dia Brasil - Globo que foi ao ar no dia 13/08/2009 >>>
Revitalização de Coney Island acende polêmica nos Estados Unidos. Atrações históricas darão lugar a prédios luxuosos. Plano é chamado de "nova Coney Island, feita especialmente para a elite".
Pela simplicidade, pelo estilo bucólico, podia ser qualquer pequena cidade do interior, ou do litoral do Brasil. Mas estamos em Coney Island, a 20 minutos da Ilha de Manhattan. A praia é uma das mais populares de Nova York.
“Parece uma cidade interiorana, bem tranquila”, compara um brasileiro.
No verão, é o destino de milhares de pessoas todos os dias. Tem parque de diversões, shows com cobras, barraquinhas com todo tipo de comida. É onde acontece o tradicional campeonato de cachorro-quente, uma disputa para ver quem come mais hot dog.
Toda essa tradição pode estar com os dias contados. A prefeitura de Nova York conseguiu aprovar um plano de revitalização de Coney Island. Isso significa que o estilo popular não vai resistir à pressão do dinheiro e da modernidade. As atrações históricas vão dar lugar a hotéis e prédios luxuosos. O plano já está sendo chamado de "uma nova Coney Island, feita especialmente para a elite".
Os bares e restaurantes vão ser padronizados, a fachada do parque vai ganhar nova roupagem e será construída uma parte coberta, para as atrações de inverno. Os antigos frequentadores reclamam que isso vai transformar Coney Island.
Um homem diz: "Isso aqui sempre foi divertido e a diversão vai ser substituída por dólar”. A mulher se revolta: "Vão empurrar os pobres para fora daqui".
Alguns comerciantes, que venderam parte da área para a prefeitura, discordam. O dono da roda gigante diz que a revitalização vai trazer investimentos, criar empregos e atrair mais turistas com os novos prédios e hotéis.
Outro diz apenas que as mudanças são bem-vindas e que o que não pode é acabar a magia deste lugar: uma ilha de fantasia, cercada pelo progresso.
Links:
http://www.coneyislandhistory.org/
Novos Projetos para Coney Island
http://polisnyc.wordpress.com/2006/11/14/coney-island-holy-st/
http://www.architectsjournal.co.uk/news/daily-news/first-look-grimshaws-new-york-amphitheatre/5202236.article
http://nymag.com/nymetro/realestate/features/14498/
Coney Island
Coney island from robertanderson on Vimeo.
Vídeos Históricos de Coney Island
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