quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Avaliação Seminário sobre Agricultura Urbana

Pensando que este tema pode estar na escolha da turma para intervenções em Roça Grande, vale revisar o que foi feito no começo da disciplina e apontar pontos positivos e negativos apresentados. Nos apontamentos apresentados pelos professores Felipe e Marcelo ressaltamos os seguintes itens:
a) Que a agricultura urbana faz parte de um ciclo logístico de abastecimento urbano, onde produção, distribuição e consumo se integram para a democratização do acesso aos produtos agrícolas;
b) A agricultura urbana pode ser projetada como trabalho comunitário para garantir o fomento à segurança alimentar em comunidades carentes, em mutirão e/ou trabalho voluntário;
c) A agricultura urbana pode ser projetada como equipamento urbano de luxo (produzir o seu próprio alimento com mais qualidade);
d) A agricultura urbana pode ser projetada como geração de renda (pontos de trabalho de cultura livres para venda de produtos em feiras livres);
Dos projetos apresentados identificamos os seguintes pontos fortes:
a) Identificar espaços que tradicionalmente já são usados como pontos de comercialização de alimentos foi uma boa estratégia, fortalecendo a identidade da proposta ( Foi o caso do Mercado Central no Big Maracujá e na Horta Virtual);
b) O uso de técnicas de “produção Limpa” ( principalmente hidroponia e compostagem) em áreas urbanas consolidadas conseguiu diminuir o impacto da intervenção, integrando atividades pré-existentes e a nova atividade de produção de alimentos;
c) O uso da internet foi usado adequadamente, mesmo que apenas como divulgação de produtos, ou como e-comerce para potencializando todo o processo, captando clientes, promovendo a cultura do negócio – cursos e informações e divulgando produtos;
d) Outro potencializador das propostas foi integrar a produção de alimentos com os programas públicos de merenda escolar ou com restaurantes no entorno, estabilizando a demanda de produtos (proposta Fome zero, saúde+; sacolão no estacionamento; vinícola + hotel; projeto vida verde);
e) Aproveitamento de edificações sub-utilizadas para a produção ( fachada do JK; teto mercado central; Ed. Balança mais não cai; canteiros centrais de avenidas);
Agora os pontos fracos:
a) Pouco questionamento sobre a logística de abastecimento, que também pode ser uma oportunidade de projeto. A não ser pela produção de alimentos em si, as demais atividades parecem não ter sido questionadas, como o transporte e distribuição de produtos, os insumos como adubo, água e sol disponíveis, e a organização da produção em si (turnos, cooperativas, tipo de associação, etc.);
b) Pouco envolvimento no design/projeto e inovação do mobiliário/equipamentos/utensílios a serem utilizados nos processos da produção à venda;
c) A escolha mais frequente se deu por equipamentos de consumo de luxo;
d) Em alguns casos a internet parece timidamente, como um adereço, apenas para constar, e não como mediação da produção. O potencial desta ferramenta é maior do que foi apresentado;

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Propostas de Intervenção (TP01 + TP02) - 15 pts

Etapa 3 - Propostas de Intervenção (TP01 + TP02) - 15 pts

> Organização: Mesmo grupo da Etapa 2 - Oficinas

> Cronograma:
  • Proposta 01 apresentação dia 21/10 às 21h
  • Proposta 02 apresentação dia 28/10 às 21h
  • Prova Escrita dia 03/11 às 19h
> Proposta:
Intervenção arquitetônica e urbanística para a comunidade de Roça Grande - Sabará, considerando procedimentos projetuais que respondam à demanda por um equipamento de uso coletivo e espaço aberto de uso público, analisando relações simbólicas, relações entre público e privado, interior e exterior, relação entre o edifício e o entorno, hierarquias (espaço estratégico e espaço tático). Tema e local de intervenção são escolhidos pelo grupo.

> Apresentação:
Oral em banca coletiva. A turma será dividida em 4 grupos, um com cada professor da disciplina. A apresentação de cada proposta deverá ser feita em até 10 minutos seguidos por até 10 minutos de comentários e debate.
O material de apresentação é livre.

> Entrega:
Todas as propostas deverão estar publicadas e acompanhadas de texto explicativo nos blogs dos grupos. Prazo para publicação final das propostas no blog: até 1 semana após a apresentação.
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Avaliação Seminário 4: Mercado

Pensar o mercado na cidade significa pensar o espaço urbano como um todo, e as inserções possíveis da esfera das trocas comerciais de formas diversas na cidade. O exercício proposto refletiu essa lógica da diversidade de formas tanto na própria visão do que é o mercado na cidade hoje quanto nas possibilidades diversas de intervenção neste sentido. A avaliação abaixo oferece uma crítica construtiva ao bom trabalho feito pelos grupos, com grandes potenciais de serem repensados, melhorados, complementados ou até mesmo implantados!

Seguindo a ordem das apresentações, o primeiro foi o grupo da Camila Ester e da Giovana, propondo uma ampla intervenção sobre a Praça Sete em Belo Horizonte, com túneis retirando todo o trânsito de veículos da superfície e dedicando 100% do espaço das ruas aos pedestres. A idéia das ruas exclusivas ao pedestre me agrada enormemente, apesar da escala da intervenção necessária para tal ser neste caso um tanto exagerada para os propósitos – em termos de planejamento (o que não retira nenhum mérito da proposta, no quadro dessa disciplina especificamente); além do que, o fato dos carros passarem por baixo apenas retira sua circulação de vista, não criando nenhum desincentivo ao seu uso, pelo contrário, resolve temporariamente o problema do trânsito e incentiva as pessoas a saírem de carro. A genial idéia de reativação dos bondes (que também foi pensada pelo grupo que propôs uma intervenção no Barro Preto) é um excelente complemento à diretriz de se fortalecer o mercado ao ar livre, e de criar uma ambiência propícia para tal, fazendo renascer uma pequena marca registrada da BH antiga, da rua da Bahia e do viaduto Santa Tereza dos poetas da geração de Drummond e depois de Fernando Sabino e companhia. Outro destaque é a diretriz de arborização em larga escala proposta pelo grupo, que também contribui para este ambiente urbano onde a fruição da própria rua, tornada espaço de convívio e encontro (e não somente de passagem, onde ela é encarada como obstáculo), se torna um objetivo central do desenho urbano de hoje – justamente em função da urgência de se resgatar o espaço público do predomínio atual do trinômio automóvel – shopping Center – grande condomínio residencial hermético (seja fora da cidade ou não). A referência à rua 24 horas de Curitiba é bastante interessante, mas não leva em conta que ela (que se parece bastante com as passagens parisienses mostradas na aula sobre o mercado, que são as origens do Shopping Center moderno) cria um espaço monofuncional, mesmo gerando movimento em seu entorno, retira a oportunidade do comércio se localizar de forma mais pulverizada nas ruas junto ao uso residencial e institucional. A única ressalva a respeito da proposta é que o mercado não aparece das três formas que o exercício pede (não foram pensados os 3 usos mistos nas edificações).

A segunda intervenção proposta foi a do grupo do Romeu e do Bobes, na área do entorno da esquina da Av. João Pinheiro com a Rua Aimorés. É uma excelente proposta, bastante pertinente no momento, tendo em vista a transformação que o circuito cultural da Pça da Liberdade vai gerar em seu entorno, e o fato de que hoje esta é uma área que fica bastante esvaziada nos domingos, pedindo para ser apropriada justamente nos termos propostos pelo exercício (considerando que o esvaziamento é muito ligado à ausência de usos diversificados naquela área – ou à total predominância de um uso sobre os demais, como é o caso do centro do Rio de Janeiro, que é tão completamente dominado pelo uso institucional, governamental e de escritórios que só funcionam durante a semana que os demais usos (com exceção do cultural, mas que é muito pontual) ficam completamente sujeitos ao movimento gerado de segunda a sexta por empregados destas atividades. Este tipo de intervenção, que é uma espécie de Shopping Center ao ar livre, com ruelas sem carros entre os espaços comerciais com usos culturais diversos (espaços para shows etc.) tem sido adotada em algumas cidades européias – como é o caso da Potsdamer Platz em Berlim ou o Canary Wharf em Londres, que são áreas que abrigam projetos de grandes arquitetos e que geram um montante mais ou menos semelhante de renda imobiliária e de críticas aos seus incorporadores (devido aos efeitos de expulsão dos antigos moradores em função da valorização do entorno – a chamada gentrificação). A inserção da Praça da Boa Viagem no projeto cria um elemento adicional na sua apropriação pela população, também contando positivamente. Se os edifícios propostos pela intervenção forem de fato destinados a usos diversos (escritórios e apartamentos) e a questão da mobilidade for abordada de forma inteligente esta seria uma área interessantíssima, contribuindo muito com esta zona de transição entre o centro e a Savassi na qual ela se insere.

O diagrama apresentado pelo grupo da Ana Caroline propõe uma intervenção numa área vizinha ao Centro Administrativo de Minas Gerais (CAMG) em construção, justificada pelo crescimento em curso dessa região. Seria um tipo de ocupação muito positiva na região, que anuncia um descompasso enorme entre o CAMG e seu entorno, bastante ocupado por áreas de urbanização mais precária – ajudando a criar um balanço na região. O projeto traria usos diversos para a área, servidos por um bonde e uma ciclovia, e abrigaria um shopping, uma cooperativa e alguns conjuntos habitacionais. Apesar da diversificação de usos se manifestar na escala do projeto como um todo, falta uma pulverização em menor escala (da edificação individual, da rua e da quadra) desta mistura de usos, o que por sua vez criaria um espaço mais amigável ao pedestre – o que é o extremo oposto do CAMG, um espaço hermético, cercado por áreas verdes por um lado e por uma via de alta velocidade por outro (o que contribuiria com o balanço citado acima). A quebra com a malha ortogonal proposta pelo grupo é muito interessante (estética e ambientalmente, criando ruas mais confortáveis), e é um ponto pouco explorado de forma geral, em função dos custos infra-estruturais mais altos.

O quarto grupo (da Vivianne e do Samuel Coutinho) a apresentar foi a excelente idéia do bairro criado “do zero”, num formato em círculo, com uma praça central (que é genial, por criar um espaço de convivência que abrange toda a área) e usos diversos espalhados ao longo de suas quadras. Assim como o grupo anterior, rompe-se com a mesmice da malha ortogonal, mas a primeira observação a se fazer aqui é que as quadras ficaram muito compridas, sobretudo nas porções exteriores do círculo. Este é um ponto que a Jane Jacobs reitera em seu livro “Morte e vida das grandes cidades”, que quadras menores são sempre benvindas, por gerarem maiores possibilidades de caminhos alternativos (e mais curtos para aqueles que precisam chegar até a metade da quadra), e por criarem esquinas adicionais, que são pontos de encontro entre fluxos diversos. Gostei muito da idéia de se pensar em estimativas de população a partir das tipologias de ocupação (talvez se o Lúcio Costa tivesse feito esse exercício o problema das cidades satélite em Brasília seria um pouco menos grave). Esta é uma proposta que se destaca por ser bastante completa (considera a auto-suficiência que o exercício pedia) e coerente em suas partes.

A idéia do Mateus pensa o mercado na cidade de forma distinta dos demais grupos. Cria um esquema de compras via internet pensando as necessidades da cidade como um todo (“atende muito mais que 16 quadras”), e considera a inserção do mercado de forma descentralizada na cidade a partir de um sistema de distribuição de bens e serviços aos domicílios (entrega ou busca). É um exercício de se pensar o consumo e a distribuição espalhados no espaço urbano (de forma bastante sustentável e considerando o transporte de forma indireta) sem necessariamente pensar e planejar a concretude deste espaço como o exercício propunha. Não por isso deixa de ser uma intervenção urbanística, apesar de não propor alterações no ambiente construído da cidade.

A excelente proposta do bairro da Graça (grupo da Luana Lima) parte do pressuposto de que trata-se de um bairro antigo, com uma grande população de idosos e muito pouco comércio. A partir desta avaliação inicial, propõe uma série de usos não-residenciais espalhados numa área pré-determinada para tal, sendo que estes usos são espalhados por esta região e interligados através de um traçado de ônibus também pensado de forma integrada com eles. O grupo inova ao propor uma forma de modulação flexível para mercados, que mudam de acordo com o uso pensado, e são integrados a bicicletários. Um diagnóstico inicial preciso para uma proposta simples, concisa e ajustada às necessidades da população local.

A idéia de diversificar o espaço do mercado no Barro Preto na intervenção do grupo da Carolina Magalhães pretende fazer com que a área deixe de se concentrar no setor da moda. O acerto em inserir outros usos de outros setores do próprio comércio se deve ao fato de que outros públicos serão atraídos à região, gerando inclusive uma complementaridade entre a moda e estes novos mercados consumidores (nos serviços, ou em restaurantes, por exemplo – como ocorre nos próprios Shoppings, de forma positiva), ou seja, o consumidor não vai mais à área em busca somente de um produto específico. Como colocado no primeiro grupo, a idéia de trazer o bondinho de volta à cena é excelente, devolvendo parte da ambiência do que era a cidade em meados do século passado de forma mesclada a sua lógica atual. Os toldos cobrindo as calçadas são outro aspecto interessante, que geralmente é aplicado de forma desorganizada, sem uma adequação entre os lojistas individuais, e que padronizado gera um outro efeito estético interessante e que contribui também para tornar estes locais mais agradáveis (assim como a arborização).

A proposta do grupo do Anderson e do Carlos, inspirada na rodoviária de Goiânia, traz a idéia de um rodo-shopping, pensado em função da eventual mudança da rodoviária de Belo Horizonte para o Calafate. O transporte é pensado de uma forma muito interessante, através do acesso direto ao metrô e a ciclovias que passariam pelo local (com o apoio de bicicletários), e o uso comercial é pensado tendo em vista a quantidade de usuários que serão atraídos ao local. Apesar do aspecto positivo de se unir o uso comercial ao uso direto da rodoviária, trata-se de um espaço que interage pouco com seu entorno, e onde o uso residencial está completamente ausente (contribuindo para concentrar o uso residencial em pequenas porções da cidade), o que não cria a forma de ambiência de usos diversificados proposto pelo exercício.

O vídeo feito pelo grupo da Carolina Sobrinho no Mercado Novo propõe uma leitura subjetiva de um mercado de Belo Horizonte em decadência. Faz um diagnóstico sensorial do que é o espaço do mercado na cidade, e sua multiplicidade de eventos, de sons, de imagens, de experiências (no caso específico do Mercado Novo trata-se do extremo oposto da pasteurização destes elementos que ocorre no vizinho Diamond Mall – no vídeo o que se percebe é um espaço caótico, de apropriações e experiências diversas, longe de ser enquadrado numa ordem estética pré-determinada). Na minha percepção o vídeo traz consigo uma proposta (não declarada) ligada ao grande potencial daquele local. Cartesianamente falando, fica faltando justamente este exercício objetivo na forma de uma proposta, que seria interessantíssimo a partir do bom retrato subjetivo tirado pelo vídeo, e bastante complementar a este.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O projeto final do atelie integrado 3 é = Parque + Agricultura Urbana = The High Line ?


Recentemente foi inaugurado uma intervenção urbana em NY chamada "The High Line" Foi um processo que se iniciou em 2004 por meio de uma organização comunitária sem fins lucrativos de designers, arquitetos, paisagistas, artistas, urbanistas, moradores locais, ..., enfim, gente que olha para a cidade onde vive e se preocupa com ela buscando faze-la melhor. http://blog.thehighline.org/
Esta organização conquistou o direito de uso de uma área abandonada. (um ramal ferroviário elevado que cortava os bairros do sudoeste da ilha de Manhatham) Esta comunidade, levantou recursos para organizar um concurso internacional de arquitetura e paisagismo (agricultura) e executar projetos vencedores de James Corner Field Operations (landscape architecture) and Diller Scofidio + Renfro (architecture). Atualmente, esta mesma organização é responsável por manter este parque urbano em NY com uma média de 25,000 visitantes/dia em parceria com a prefeitura. A organização arca com 70% dos recursos necessários e a prefeitura com o restante. Trata-se de uma organização comunitária, sem fins lucrativos, com a finalidade de promover espaços públicos, intervenção urbana, auto sustentável econômica e culturalmente em parceria com o poder público.

Alguma semelhança com o tema de algum Atelie Integrado?

http://www.thehighline.org/

"High Line" é uma nova forma de ver a cidade, algo que inspira otimismo para o futuro de uma cidade sustentável e agradável. Ela nos mostra como a Arquitetura, o Paisagismo, o Design e a Agricultura podem atualmente mudar a forma como as pessoas atuam nos espaços públicos/privados.



Sobre a organização comunitária "Friends of Th High Line", texto extraído de: http://blog.thehighline.org/friends-of-the-high-line/

Friends of the High Line works to build and maintain an extraordinary public park on the High Line. We seek to preserve the entire historic structure, transforming an essential piece of New York’s industrial past. We provide over 70 percent of the High Line’s annual operating budget and are responsible for maintenance of the park, pursuant to a license agreement with the New York City Department of Parks & Recreation. Through stewardship, innovative design and programming, and excellence in operations, we cultivate a vibrant community around the High Line.
Friends of the High Line is the non-profit, private partner to the New York City Department of Parks & Recreation. Friends of the High Line works with the City to make sure the High Line is maintained as a great public place for all New Yorkers and visitors to enjoy. In addition to overseeing the maintenance, operations, and public programming for the High Line, Friends of the High Line is currently working to raise the essential private funding to help complete the High Line’s construction and create an endowment for its future operations.
Friends of the High Line was founded in 1999 by two neighborhood residents, Joshua David and Robert Hammond. The 501(c)(3) non-profit advocated for the High Line’s preservation when the structure was under threat of demolition. Friends of the High Line successfully worked with the mayoral administration of Michael Bloomberg and the New York City Council to reverse a City policy favoring demolition to one ensuring the High Line’s preservation through the federal Railbanking program. Friends of the High Line also spearheaded the design process for the High Line’s transformation to a public park, partnering with the City of New York on an international design competition that eventually selected the team of James Corner Field Operations (landscape architecture) and Diller Scofidio + Renfro (architecture).







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sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Le Grand Paris

Abaixo passo o link para ler um pouco mais sobre o Projeto para Paris ( da Folha de SP) encomendado pelo Prefeito Nicolas Sarkosy a 10 grandes escritórios de arquitetura. O prof. Marcelo chegou a mostrar em aula o vídeo da proposta do escritório holandês MVRDV.
http://blog.controversia.com.br/2009/03/28/paris-21/
http://legrandparis.org/
Vale a pena dar uma olhadinha nos diagramas que justificam a proposta do MVRDV.
http://legrandparis.org/sites/default/files/equipes/synthese_mvrdv_chantier_1.pdf
http://sciencestage.com/v/2553/mvrdv-vision-for-grand-paris:-pari(s)-plus-petit-(animation-by-wieland.html

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Urban Age - Academia de Boxe

Embaixo do viaduto Alcântara Machado, na Radial Leste, centenas de pessoas se reúnem todas as noites para treinar boxe.

Urban Age :: The Overpass from OutrosFilmes on Vimeo.



http://www.urban-age.net/10_cities/08_saoPaulo/_videos/SA_Films/index.html